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Agência, videomaker, social media, gestor de tráfego ou editor: quem contratar?
Antes de escolher quem contratar, entenda o que está faltando
É comum uma empresa perceber que precisa melhorar sua comunicação e, a partir daí, surgir a dúvida sobre quem procurar. Agência, social media, videomaker, gestor de tráfego e editor trabalham em áreas próximas e, em muitos projetos, acabam participando da mesma estratégia. A diferença está principalmente no tipo de problema que cada um ajuda a resolver.
Uma empresa que está começando do zero, por exemplo, pode precisar estruturar várias frentes ao mesmo tempo. Outra já possui equipe de marketing, calendário de conteúdo e campanhas organizadas, mas precisa produzir um vídeo institucional. Também pode existir uma empresa que consegue gravar internamente e só precisa de alguém para editar o material. Antes de escolher um profissional, vale identificar em qual dessas situações a empresa se encontra.
Quando uma agência faz mais sentido
Uma agência costuma fazer sentido quando existe uma necessidade mais ampla de comunicação. Isso pode acontecer na abertura de um novo negócio, em um reposicionamento ou quando a empresa precisa organizar diferentes frentes, como planejamento, campanhas, identidade, conteúdo, mídia e produção de materiais.
A estrutura e o escopo variam bastante de uma agência para outra. Algumas possuem profissionais internos para várias áreas, enquanto outras coordenam parceiros especializados conforme a demanda. De maneira geral, é uma contratação interessante para quem procura centralizar diferentes necessidades em um mesmo lugar e quer contar com uma estrutura mais abrangente.
Por envolver mais áreas, também é natural que o investimento possa ser maior do que a contratação pontual de um profissional específico.
Quando procurar um videomaker ou uma produtora audiovisual
Quando a necessidade está diretamente ligada à produção de vídeo, contratar um videomaker ou uma produtora pode ser o caminho mais adequado. Entram aqui vídeos institucionais, campanhas, apresentações de produtos e serviços, conteúdos para redes sociais, vídeos de vendas, entrevistas, cursos, cobertura de eventos e outras produções em que o audiovisual tem papel central.
Isso não significa que o cliente precise chegar com roteiro pronto. Muitas vezes a empresa sabe o que precisa comunicar, mas ainda não decidiu qual formato utilizar ou como organizar aquela mensagem em vídeo. Nesse caso, o trabalho também pode envolver discussão de ideias, definição de abordagem, roteiro e planejamento da produção.
No Estúdio VDR, por exemplo, alguns projetos chegam por meio de agências ou equipes de marketing com a demanda praticamente definida, enquanto outros começam apenas com um objetivo de comunicação que precisa ser desenvolvido até chegar a um formato viável de produção.
Onde entra o social media
O social media costuma estar mais próximo da rotina dos canais digitais. Ele pode participar do planejamento de pautas, calendário, publicação, acompanhamento dos perfis e da manutenção de uma presença frequente nas redes.
Para empresas que precisam produzir e publicar conteúdo constantemente, contar com alguém acompanhando essa rotina pode fazer bastante diferença. Dependendo da estrutura, esse profissional também pode produzir materiais mais simples internamente ou organizar as demandas de conteúdo da empresa.
Nesse cenário, é comum que uma mesma empresa conte com um social media para a comunicação recorrente e recorra a uma produtora quando surge uma campanha, um projeto especial ou algum conteúdo que exige uma estrutura maior de captação e produção.
E o gestor de tráfego?
O gestor de tráfego atua na estruturação e no acompanhamento de campanhas de mídia paga. Ele trabalha com plataformas de anúncio, públicos, orçamento, testes, desempenho das campanhas e distribuição dos materiais.
Para que uma campanha exista, porém, também são necessários os criativos que serão exibidos. Dependendo da estratégia, podem ser vídeos, fotografias, peças gráficas ou combinações entre esses formatos. Por isso, é bastante comum o gestor de tráfego trabalhar junto de designers, copywriters, videomakers, produtoras ou equipes de marketing.
Contratar um gestor resolve a parte de mídia e distribuição, mas a empresa ainda precisa considerar de onde virão os materiais utilizados nessas campanhas.
Quando um editor de vídeo é suficiente
Em alguns casos, a empresa já consegue produzir o próprio material. Isso pode acontecer através de uma equipe interna, de um social media que também realiza as gravações ou até de alguém da própria empresa que se sente confortável produzindo os conteúdos.
Quando essa captação já acontece de forma organizada e a necessidade está concentrada na pós-produção, contratar um editor pode ser suficiente. O material gravado é enviado para esse profissional, que trabalha na montagem, cortes, tratamento de áudio, textos, trilha e demais elementos necessários para chegar ao vídeo final.
Esse modelo funciona especialmente bem quando a empresa já consegue resolver internamente a pauta e a gravação e não precisa, naquele conteúdo, de uma estrutura específica de roteiro, direção ou produção audiovisual.
Em muitos casos, a resposta é mais de um profissional
Essas funções não precisam ser tratadas como escolhas excludentes. Uma empresa pode ter uma agência responsável pela estratégia, um social media acompanhando os canais, um gestor cuidando das campanhas e contratar uma produtora para executar os vídeos de uma ação específica. Em outra estrutura, a própria equipe de marketing pode assumir boa parte desse trabalho e recorrer a profissionais especializados conforme cada projeto.
O mais útil é olhar para a necessidade atual da empresa e entender qual parte do processo ainda precisa ser resolvida. Se falta uma estrutura mais ampla de comunicação, uma agência pode ser o primeiro passo. Se existe uma demanda específica de vídeo, uma produtora ou videomaker pode assumir essa frente. Se o desafio está na rotina das redes, o social media ganha mais importância; se está nas campanhas pagas, entra o gestor de tráfego; e, quando toda a produção já acontece internamente, talvez o que falte seja apenas a edição.
Essa análise também evita contratar uma estrutura maior do que o projeto exige ou esperar que um único profissional seja responsável por áreas que não fazem parte do trabalho dele.
